O Mundo das Histórias na Educação Infantil

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Vídeo A Princesa e a Ervilha

Para a presentação do Conto de Fadas elaboramos um vídeo com bonecas vejam como ficou...

video

Essa idéia também pode ser aplicada em sala de aula, vocês educadores já imaginaram o quanto as crianças podem se envolver na elaboração do cenário, personagens e ilustrações, pois bem façam o texte.

A Princesa e a Ervilha

  Nossa última atividade na Disciplina Eletiva Literatura Infantil foi a contação de um conto de fadas,buscamos muitos, porém o que mas gostamos foi esse "A Princesa e a Ervilha". Esse Conto se baseia na senssibilidade de uma princesa de verdade é muito bonita essa história, confiram!



Esse Conto foi Adaptado do conto de Hans Christian Andersen

  Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real meeeeesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. Não é que faltassem princesas, não: havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real. 
 E o príncipe retornou ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar
com uma princesa de verdade.
  Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo tremendo!
  De repente bateram à porta do castelo, e o rei em pessoa foi atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade.
  Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando... que era difícil acreditar que fosse realmente uma princesa real.
  A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade.
  Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões no quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a cama da “princesa”.
  A moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda   No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido.
— Oh! Não consegui dormir — respondeu a moça,
— havia algo duro na minha cama, e me deixou até manchas
roxas no corpo!
  O rei, a rainha e o príncipe se olharam com surpresa. A moça era realmente uma princesa! Só mesmo uma princesa verdadeira teria pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte
colchões!!!

  O príncipe casou com a princesa, feliz da vida, e a ervilha foi enviada para um museu, e ainda deve estar por lá...
  Acredite se quiser, mas esta história realmente aconteceu!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

contos de fadas


OS CONTOS DE FADAS

Os contos de fadas são uma variação do conto popular, sendo uma narrativa curta, transmitida oralmente, tendo a presença do herói ou heroína, do rei que precisa enfrentar grandes obstáculos antes de triunfar contra o mal. Os contos podem contar ou não com a presença de fadas, tendo uma magia e um encantamento. Podemos citar como exemplo: chapeuzinho vermelho; cinderela; Rapunzel; Branca de Neve e os Sete Anões; A Bela e a Fera entre outros. Segundo Menéres (2003, p. 1) “E as crianças entendem bem a linguagem dos símbolos dos contos. São elas que inventam no seu dia-a-dia o jogo do “faz de conta” e tantos outros que as divertem e distraem em tempos vividos entre a imaginação e a realidade”. Sendo assim, os contos de fadas proporcionam o maravilhoso, a fantasia para a criança se voltar para a realidade. 


Apreciem este conto:
As Princesas dançarinas

Era uma vez um rei que tinha doze filhas muito lindas. Elas dormiam em doze camas, todas no mesmo quarto; e quando iam para a cama, as portas do quarto eram trancadas a chave por fora. Pela manhã, porém, os seus sapatos apresentavam as solas gastas, como se tivessem dançado com eles toda a noite. Ninguém conseguia descobrir como acontecia aquilo, já que o quarto era sempre trancado. Então, o rei anunciou por todo o país que se alguém pudesse descobrir o segredo de suas filhas, do que faziam a noite para que seus sapatos ficassem tão gastos, casaria com aquela de quem mais gostasse e seria o seu herdeiro do trono. Mas aquele que se propusesse a descobrir o segredo e não o fizesse ao fim de três dias e três noites, seria morto.
Apresentou-se logo o filho de um rei. Foi muito bem recebido e à noite levaram-no para o quarto ao lado daquele onde as princesas dormiam. Ele tinha que ficar sentado para ver onde elas iam dançar e, para que nada acontecesse sem que ele ouvisse, deixaram-lhe aberta a porta do quarto. Mas o rapaz daí a pouco adormeceu; e, quando acordou de manhã, percebeu as solas dos sapatos das princesas cheias de buracos. O mesmo aconteceu nas duas noites seguintes e por isso o rei ordenou que lhe cortassem a cabeça. Depois dele vieram vários outros. Nenhum teve sorte, e perderam a vida da mesma maneira.
Certo dia um ex-soldado, que ferido em combate e já não era mais capaz de guerrear, chegou ao país. Um dia, ao atravessar uma floresta, encontrou uma velha, que lhe perguntou aonde ia.
- Quero descobrir onde é que as princesas dançam, e assim, mais tarde, vir a ser rei.
- Bem, disse a velha, - isso não custa muito. Basta que tenhas cuidado e não bebas do vinho que uma das princesas te trouxer à noite. Logo que ela se afastar, deves fingir estar dormindo profundamente. E, dando-lhe uma capa, acrescentou:
- Logo que puseres esta capa tornar-te-ás invisível e poderás seguir as princesas para onde quer que elas queiram ir. Quando o soldado ouviu estes conselhos, foi falar com o rei, que ordenou lhe fossem dados ricos trajes. Quando veio a noite, conduziram-no até o quarto de fora. Quando ia deitar-se, a mais velha das princesas trouxe-lhe uma taça de vinho, mas o soldado entornou-a toda nas plantas do umbral da janela sem que ela percebesse. Em seguida estendeu-se na cama, e pôs-se a ressonar como se estivesse dormindo.
As doze princesas puseram-se a rir, levantaram-se, abriram as malas, e, vestindo-se esplendidamente, começaram a saltitar de contentes, como se já se preparassem para dançar. A mais nova de todas, porém, subitamente preocupada, disse:
- Não me sinto bem. Tenho certeza de que nos vai suceder alguma desgraça.
- Tola! - replicou a mais velha. Já não te lembras de quantos filhos de rei nos têm vindo espiar sem resultado? E, quanto ao soldado, tive o cuidado de lhe dar a bebida que o fará dormir, assim como fiz com todos os outros
Quando todas estavam prontas, foram espiar o soldado, que continuava a ressonar e estava imóvel. Julgaram-se seguras. A mais velha foi até a sua cama e bateu palmas: a cama enfiou-se logo pelo chão abaixo, abrindo-se ali um alçapão. O soldado viu-as descer pelo alçapão, uma atrás das outra. Levantou-se, pôs a capa que a velha lhe tinha dado, e seguiu-as. No meio da escada, desastrado, pisou na cauda do vestido da princesa mais nova, que gritou às irmãs:
- Alguém me puxou pelo vestido!
-Que tola! - disse a mais velha. Deve ter sido um prego da parede.
Lá foram todas descendo e, quando chegaram ao fim, encontraram-se num bosque de lindas árvores. As folhas eram todas de prata e tinham um brilho maravilhoso. O soldado quis levar uma lembrança dali, e partiu um raminho de uma das árvores.
Em seguida foram a outro bosque, onde as folhas das árvores eram de ouro; e depois a um terceiro, onde as folhas eram de diamantes. E o soldado partiu um raminho em cada um dos bosques. Chegaram finalmente a um grande lago onde, à margem, estavam encostados doze barcos pequeninos, dentro dos quais doze príncipes muito belos esperavam pelas princesas.
Cada uma delas entrou em um barco, e o soldado saltou para onde ia a mais moça. Quando iam atravessando o lago, o príncipe que remava o barco da princesa mais nova disse:
-Não sei por que, mas apesar de estar remando com toda a minha força, parece-me que vamos mais devagar do que de costume. O barco parece estar hoje muito pesado.
-Deve ser do calor do tempo, disse a jovem princesa.
Do outro lado do lago ficava um grande castelo, de onde vinha um som de clarins e trompas. Desembarcaram todos e entraram no castelo, e cada príncipe dançou com a sua princesa. O soldado invisível dançou entre eles, também, e quando punham uma taça de vinho junto a qualquer das princesas, o soldado bebia-a toda, de modo que a princesa, quando a levava à boca, achava-a vazia. A mais moça assustava-se muito, porém a mais velha fazia-a calar. Dançaram até as três horas da madrugada, e então já os seus sapatos estavam gastos e tiveram que parar. Os príncipes levaram-nas outra vez para o outro lado do lago - mas desta vez o soldado veio no barco da princesa mais velha - e na margem oposta despediram-se de seus doze companheiros, prometendo voltar na noite seguinte
Quando chegaram ao pé da escada, o soldado adiantou-se às princesas e subiu primeiro, indo logo deitar-se. As princesas, subindo devagar, porque estavam muito cansadas, ouviam-no sempre ressonando, e disseram:
-Está tudo bem. Ele ainda dorme!
Depois despiram-se, guardaram outra vez os seus ricos trajes, tiraram os sapatos e deitaram-se. De manhã o soldado não disse nada do que tinha visto, mas desejando tornar a ver a estranha aventura, foi ainda com as princesas nas duas noites seguintes.
Na terceira noite, porém, o soldado levou consigo uma das taças de ouro como prova de onde tinha estado.
Chegada a ocasião de revelar o segredo, foi levado à presença do rei com os três ramos e a taça de ouro. As doze princesas puseram-se a escutar atrás da porta para ouvir o que ele diria.
O rei perguntou, imponente:
-Onde é que as minhas doze filhas gastam seus sapatos todas as noites?
Ele respondeu muito seguro de si:
-Dançando com doze príncipes num castelo debaixo da terra
Depois contou ao rei tudo o que tinha sucedido, e mostrou-lhe os três ramos e a taça de ouro que trouxera consigo.
O rei chamou as princesas e perguntou-lhes se era verdade o que o soldado tinha dito. Vendo que seu segredo havia sido descoberto, elas confessaram tudo.
O rei perguntou ao soldado com qual delas ele gostaria de casar.
-Gostaria de me casar com a mais velha, que é uma bela mulher e muito inteligente!
Casaram-se dias depois e o soldado tornou-se herdeiro do trono.
Quanto às outras princesas e seus bailes no castelo encantado, pelos buracos nas solas dos sapatos, elas continuam dançando até hoje.

Hans Christian Andersen

Esperamos que tenham gostado....

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Menina Bonita do Laço de Fita



  

Trazemos para vocês esse vídeo que contem a história da menina bonita do laço de fita, em que fazemos referencia ao trabalho com essa história, pois traz elementos marcantes da descriminação racial, sendo uma intervenção pedagógica indispensável, para mostrar que vivemos em um mundo multicultural e não homogêneo e que se deve respeitar as diversidades existentes.  Nesse sentido, é de fundamental importância, abrir espaço para a reflexão junto com as crianças desse tema da diversidade, para mostrar aos alunos a riqueza da diversidade étnico-cultural brasileira, contribuindo para que as crianças se apropriem de valores como o respeito a si próprias e aos outros, mas também o professor deve procurar  visar com esse trabalho elevar a auto-estima do aluno negro que muitas vezes senti vergonha de suas origens, devido a descriminação que sofrera.
 
Ah! Não podemos esquecer de apresentar aos alunos a autora da historia. Quem escreveu o livro “menina bonita do laço de fita”? 

Na vida da escritora Ana Maria Machado, os números são sempre generosos. São 40 anos de carreira, mais de 100 livros publicados no Brasil e em mais de 18 países somando mais de dezoito milhões de exemplares vendidos. Os prêmios conquistados ao longo da carreira de escritora também são muitos. Tudo impressiona na vida dessa carioca nascida em Santa Tereza, em pleno dia 24 de dezembro.
Vivendo atualmente no Rio de Janeiro, Ana começou a carreira como pintora. Estudou no Museu de Arte Moderna e fez exposições individuais e coletivas, enquanto fazia faculdade de Letras na Universidade Federal (depois de desistir do curso de Geografia). O objetivo era ser pintora mesmo, mas depois de doze anos às voltas com tintas e telas, resolveu que era hora de parar. Optou por privilegiar as palavras, apesar de continuar pintando até hoje. Disponível em: http://www.anamariamachado.com/biografia  

Como se pode trabalhar com a história:
  
1- Contar que quem escreveu a história foi Ana Maria Machado, uma escritora brasileira que escreve livros principalmente para crianças;

2-    Mostrar a capa do livro aos alunos. "Ler" a imagem da capa com eles, fazendo perguntas sobre a ilustração: a cor da pele da menina, do coelho, o cabelo da menina (quem usa cabelo assim? é difícil fazer um penteado como esse?). Destacar o olhar pensativo e sonhador do coelho, pedindo que mostrem o que mais na ilustração indica que o coelho está apaixonado. Dizer o nome do ilustrador e falar sobre a importância da ilustração na leitura; 

3-    Apresentar a história à turma primeiro lendo o livro e depois passando o vídeo sobre a historia;

4-    Organizar uma roda de conversas. Reler o trecho: "O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto em toda a vida. E pensava: - Ah, quando eu casar quero ter uma filhinha pretinha e linda que nem ela."  Questionar: O que é ser bonito? Como uma pessoa deve ser para ser bonita?

5-    Conversar com as crianças sobre os povos que formam o Brasil: os índios, o negro, o colonizador europeu, etc. Explicar que esses povos foram se cruzando, para formar a grande família brasileira, que tem as características de suas origens;

6-    Pedir que as crianças contem uma historia a partir da que foi apresentada.


Fica a dica.   

Histórias através de imagens


Livros com historias através de imagens é um recurso didático-pedagógico que deve ser usado dentro da sala de aula. O uso de pontos, linhas, cores, isto é, o desenho que a historia traz, facilita a interpretação do texto-imagem no aluno. Os alunos podem ser levados a escreverem o que observam nos desenhos, mesmo que não saibam ler ou escrever direito poderão através da figura despertar para esse incentivo. 

Segundo Eisner citado por Araújo (2008, p.30) “A fusão de símbolos, imagens e balões faz o enunciado [...]. Os balões, outro dispositivo de contenção usado para encerrar a representação da fala e do som, também são úteis no delineamento do tempo. Os outros fenômenos naturais [...] representados por signos reconhecíveis, tornam-se parte do vocabulário usado para expressar o tempo. Eles são indispensáveis ao contador de histórias, principalmente quando ele está procurando envolver o leitor”.
Trazemos para vocês a dica do livro AMENDOIM de Eva Furnari :



Trabalhem com seus alunos historias com imagens, pois auxiliará no processo de alfabetização das crianças.
Ah! É essencial não se esquecer de mostrar aos alunos quem é o autor da história. Nesse sentido, vamos conhecer um pouco de Eva Furnari. A autora nasceu em Roma (Itália) em 1948 e chegou ao Brasil em 1950, radicando-se em São Paulo, é uma ilustradora e escritora de livros infantis desde 1980. Tem mais de 50 livros publicados no Brasil e ao longo de sua carreira recebeu diversos prêmios, entre eles, o Jabuti de melhor ilustração em 1991. Por diversas vezes recebeu prêmios da FNLIJ e da APCA recebeu o prêmio pelo conjunto da obra. Esta biografia está no site: http://www.globaleditora.com.br 


ARAÚJO, Gustavo Cunha de, et al. As histórias em quadrinhos na educação:  possibilidades de um recurso didático-pedagógico. Revista Eletrônica de Ciências Humanas, Letras e Artes. Uberlândia - MG, ano 1, n. 2, p. 26-36, jul./dez. 2008.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010


 O Gato e a Raposa

Autor: Esopo

  
Certa vez, um Gato e uma Raposa resolveram viajar juntos. Ao longo do caminho, enquanto caçavam para se manter, um rato aqui, uma galinha ali, entre uma mordida e outra, conversavam sobre as coisas da vida.

E, como sempre acontece entre companheiros, especialmente numa longa jornada, a conversa entre eles logo se torna uma espécie de disputa de Egos. E os ânimos se exaltam quando cada um trata de promover e defender suas qualidade pessoais.

Pergunta então a Raposa ao Gato:

"Acho que você se acha muito esperto não? Você deve até achar que sabe mais do que eu. Sim, porque eu conheço tantos truques que nem sou capaz de contá-los!"

"Bem," retruca o Gato, "Admito que conheço apenas um truque, mas este, deve valer mais que todos os seus!"

Nesse momento, eles escutam, ali perto, o apito de um caçador e sua matilha de cães que se aproximam. O Gato deu um salto e subiu na árvore se ocultando entre as folhas.

"Este é meu truque," ele disse à Raposa. "Agora deixe-me ver do que você é capaz."

Mas, a Raposa tinha tantos planos para escapar que não sabia qual deles escolher. Ela correu para um lado e outro, e os cachorros em seu encalço. Ela duplicou suas pegadas tentando despistá-los; ela aumentou sua velocidade, se escondeu em dezenas de tocas, mas foi tudo em vão. Logo ela foi alcançada pelo cães, e então, toda sua arrogância e truques se mostraram inúteis.

Moral: O Bom senso é sempre mais valoroso que a astúcia.


A fábula é um texto de fundamental importância que pode ser utilizado na sala de aula, pois tem no final uma lição de vida, que pode servir de reflexão nas discussões entre professores e alunos, visto que envolve aspectos de interpretação e socialização entre os mesmos.  É uma narração curta, em prosa ou verso e tem como personagens  diferentes animais que se comunicam, como é o caso da conhecida fábula da cigarra e a formiga. Portanto o professor como mediador do processo de ensino e aprendizagem pode utilizar as fábulas para que a criança argumente, discuta  e assim produza valores morais.


Vamos conhecer um pouco sobre o autor: acredita-se que Esopo tenha vivido no século 6 antes de Cristo. Provavelmente foi capturado em uma guerra e virou escravo na Grécia. Mas não há provas históricas de que ele tenha existido. O que não dá para negar é que há mais de 300 histórias, com características semelhantes, que podem ter sido escritas ou reescritas e divulgadas por ele. O autor grego Esopo usava muitos bichos como personagens de suas fábulas, como tartarugas, lebres, raposas, formigas e cigarras. Através das histórias ele criticava os valores da sociedade de sua época, para mostrar o que é certo e o que é errado. A biografia está no site: http://criancas.uol.com.br/historias/fabulas/esopo.jhtm.